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terça-feira, 29 de maio de 2012

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Atenção: Projeto anti-palmada será votado em 30 de maio Julio Severo O PL 7672/2010, projeto que remove dos pais o direito de disciplinar os filhos, já está com redação final e será votado em 30 de maio na Comissão de Constituição e Justiça. O projeto, do Poder Executivo (MSC 409/2010), está sob a relatoria do Dep. Alessandro Molon e visa transformar legalmente castigos físicos aplicados pelos pais em “agressão” e “violência”. Graças a um acordo infame entre o governo petista e a bancada evangélica, o projeto foi aprovado no final do ano passado. A bancada evangélica alegou na época que não viu nada de errado no projeto. Se o projeto virar lei, os pais que aplicarem castigos em seus filhos, pelo que foi alegado, serão encaminhados a programas oficiais de “proteção à família” e a cursos de orientação, tratamento psicológico ou psiquiátrico, além de receberem advertência. A criança disciplinada será encaminhada a tratamento especializado, e a família ficará sob “acompanhamento” e monitoração do Conselho Tutelar. O projeto de lei também determina que profissionais públicos, médicos e professores que lidem diretamente com crianças devem denunciar casos de castigo físico quando souberem. Caso não denunciem as famílias que disciplinam, esses profissionais poderão pagar multa de três a 20 salários mínimos. A denúncia pode ser feita ao Conselho Tutelar ou a outra autoridade competente, como delegado, Ministério Público ou juiz. O projeto está avançando sem a aprovação do povo. De acordo com uma pesquisa divulgado pelo Jornal Nacional em 2011, entre 9.616 pessoas consultadas, 85% disseram que são contra a chamada Lei da Palmada. Mas quem levou a melhor foi a minoria de 15% que é a favor e está tendo seus desejos atendidos pela Câmara dos Deputados, que por sua vez está atendendo às determinações do governo federal de criminalizar o direito dos pais de aplicarem castigos físicos nos filhos. Embora evangélicos e católicos de todo o Brasil tivessem feito oposição ao projeto, a bancada evangélica ignorou completamente a opinião da maioria das pessoas, aprovando o projeto do governo em dezembro de 2011. Quando informado de que mais de 80% das pessoas são contra o projeto, o deputado evangélico Eduardo Cunha declarou, no seu Twitter na época, que as crianças é que deveriam ser consultadas. O deputado Pastor Marcos Feliciano, representante da bancada evangélica, chamou, em seu Twitter também na época, de xiitas e fanáticos os cristãos que se opuseram ao projeto. Sua postura só mudou depois de muita pressão, inclusive do Pr. Silas Malafaia, que disse: “Essa lei da palmada é mais uma palhaçada de deputado que não tem o que fazer e não entende nada de educação de filho… Quantos de nós já levamos uma boa chinelada, e nem por isso morremos, pelo contrário aprendemos a respeitar limites. O que estamos vendo é uma geração indisciplinada que não respeita ninguém, e ainda querem piorar as coisas. Isto está me cheirando a ideologia de governo. Querem se intrometer e determinar sobre a educação de nossos filhos. Não aceitamos!” Depois da pressão, o Dep. Marcos Feliciano disse: “O projeto é desnecessário, iniquo e sem fundamento. A solução agora seria engavetá-lo”. É perda de tempo citar a Bíblia para o governo de Dilma Rousseff. Mas precisamos lembrar à bancada evangélica e católica que milhões de brasileiros têm a Bíblia como referência. Sobre pais e filhos, a Bíblia ensina: “Aquele que poupa sua vara [de disciplina] odeia seu filho, mas aquele que o ama o disciplina com diligência e o castiga desde cedo”. (Provérbios 13:24 Bíblia Ampliada) “Os castigos curam a maldade da gente e melhoram o nosso caráter.” (Provérbios 20:30 NTLH) “Não evite disciplinar a criança; se você bater nela e castigá-la com a vara [fina], ela não morrerá. Você a surrará com a vara e livrará a alma dela do Sheol (Hades, o lugar dos mortos)”. (Provérbios 23:13-14 Bíblia Ampliada) “A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe”. (Provérbios 29:15 RA) Para um estudo maior da Bíblia sobre o uso da vara da disciplina, clique aqui. Com as palmadas agora sob ameaça de proibição legal , o que será de quem atende à orientação bíblica de corrigir com a vara? ENVIE SEU PROTESTO AO CONGRESSO NACIONAL Telefone ou escreva agora mesmo ao deputado federal do seu estado. Consulte este link para ter o email e telefone dos membros da Comissão de Constituição e Justiça: http://www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/ccjc/membros Telefone imediatamente para a Frente Parlamentar Evangélica: (61) 3215-5315 Faça contato com todos os membros da Comissão de Constituição e Justiça que quer aprovar o projeto do governo clicando aqui. Fonte: www.juliosevero.com
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Atenção: Projeto anti-palmada será votado em 30 de maio Julio Severo O PL 7672/2010, projeto que remove dos pais o direito de disciplinar os filhos, já está com redação final e será votado em 30 de maio na Comissão de Constituição e Justiça. O projeto, do Poder Executivo (MSC 409/2010), está sob a relatoria do Dep. Alessandro Molon e visa transformar legalmente castigos físicos aplicados pelos pais em “agressão” e “violência”. Graças a um acordo infame entre o governo petista e a bancada evangélica, o projeto foi aprovado no final do ano passado. A bancada evangélica alegou na época que não viu nada de errado no projeto. Se o projeto virar lei, os pais que aplicarem castigos em seus filhos, pelo que foi alegado, serão encaminhados a programas oficiais de “proteção à família” e a cursos de orientação, tratamento psicológico ou psiquiátrico, além de receberem advertência. A criança disciplinada será encaminhada a tratamento especializado, e a família ficará sob “acompanhamento” e monitoração do Conselho Tutelar. O projeto de lei também determina que profissionais públicos, médicos e professores que lidem diretamente com crianças devem denunciar casos de castigo físico quando souberem. Caso não denunciem as famílias que disciplinam, esses profissionais poderão pagar multa de três a 20 salários mínimos. A denúncia pode ser feita ao Conselho Tutelar ou a outra autoridade competente, como delegado, Ministério Público ou juiz. O projeto está avançando sem a aprovação do povo. De acordo com uma pesquisa divulgado pelo Jornal Nacional em 2011, entre 9.616 pessoas consultadas, 85% disseram que são contra a chamada Lei da Palmada. Mas quem levou a melhor foi a minoria de 15% que é a favor e está tendo seus desejos atendidos pela Câmara dos Deputados, que por sua vez está atendendo às determinações do governo federal de criminalizar o direito dos pais de aplicarem castigos físicos nos filhos. Embora evangélicos e católicos de todo o Brasil tivessem feito oposição ao projeto, a bancada evangélica ignorou completamente a opinião da maioria das pessoas, aprovando o projeto do governo em dezembro de 2011. Quando informado de que mais de 80% das pessoas são contra o projeto, o deputado evangélico Eduardo Cunha declarou, no seu Twitter na época, que as crianças é que deveriam ser consultadas. O deputado Pastor Marcos Feliciano, representante da bancada evangélica, chamou, em seu Twitter também na época, de xiitas e fanáticos os cristãos que se opuseram ao projeto. Sua postura só mudou depois de muita pressão, inclusive do Pr. Silas Malafaia, que disse: “Essa lei da palmada é mais uma palhaçada de deputado que não tem o que fazer e não entende nada de educação de filho… Quantos de nós já levamos uma boa chinelada, e nem por isso morremos, pelo contrário aprendemos a respeitar limites. O que estamos vendo é uma geração indisciplinada que não respeita ninguém, e ainda querem piorar as coisas. Isto está me cheirando a ideologia de governo. Querem se intrometer e determinar sobre a educação de nossos filhos. Não aceitamos!” Depois da pressão, o Dep. Marcos Feliciano disse: “O projeto é desnecessário, iniquo e sem fundamento. A solução agora seria engavetá-lo”. É perda de tempo citar a Bíblia para o governo de Dilma Rousseff. Mas precisamos lembrar à bancada evangélica e católica que milhões de brasileiros têm a Bíblia como referência. Sobre pais e filhos, a Bíblia ensina: “Aquele que poupa sua vara [de disciplina] odeia seu filho, mas aquele que o ama o disciplina com diligência e o castiga desde cedo”. (Provérbios 13:24 Bíblia Ampliada) “Os castigos curam a maldade da gente e melhoram o nosso caráter.” (Provérbios 20:30 NTLH) “Não evite disciplinar a criança; se você bater nela e castigá-la com a vara [fina], ela não morrerá. Você a surrará com a vara e livrará a alma dela do Sheol (Hades, o lugar dos mortos)”. (Provérbios 23:13-14 Bíblia Ampliada) “A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe”. (Provérbios 29:15 RA) Para um estudo maior da Bíblia sobre o uso da vara da disciplina, clique aqui. Com as palmadas agora sob ameaça de proibição legal , o que será de quem atende à orientação bíblica de corrigir com a vara? ENVIE SEU PROTESTO AO CONGRESSO NACIONAL Telefone ou escreva agora mesmo ao deputado federal do seu estado. Consulte este link para ter o email e telefone dos membros da Comissão de Constituição e Justiça: http://www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/ccjc/membros Telefone imediatamente para a Frente Parlamentar Evangélica: (61) 3215-5315 Faça contato com todos os membros da Comissão de Constituição e Justiça que quer aprovar o projeto do governo clicando aqui. Fonte: www.juliosevero.com
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sexta-feira, 6 de abril de 2012

Esquerda continua incomodada com neopentecostais!

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Esquerda continua incomodada com neopentecostais
Comentário de Julio Severo: A esquerda está confusa. Estava incomodada com os neopentecostais. Agora, parece interessada. Primeiro, foi Gilberto Carvalho, figura sinistra do PT, declarando que a única oposição ao socialismo no Brasil são as posições conservadoras de telepastores como Silas Malafaia e R.R. Soares que, ao serem confrontados com questões de aborto e homossexualismo, falam publicamente o que o PT não quer ouvir, falam o que está na Bíblia e educam suas imensas audiências na defesa da família, atrapalhando assim a hegemonia imoral da revolução marxista no Brasil.
José Dirceu, outra figura sinistra do PT, demonstrou o mesmo incômodo. Afinal, o PT e outros partidos socialistas estão determinados a impor o aborto e o homossexualismo no Brasil. O único impedimento que eles veem são os telepastores neopentecostais — evidentemente, isso não inclui Bispo Macedo e IURD, que embarcaram no apoio ao PT e ao aborto anos atrás.
No artigo abaixo, publicado no blog evangélico progressista PavaBlog, o autor diz que a esquerda não tem diálogo com os evangélicos. Ora! Isso não é verdade. As igrejas adoecidas pela Teologia da Missão Integral mantêm amplos e constantes diálogos com forças esquerdistas. Por que o autor não reconheceu esse diálogo e até a assimilação da ideologia esquerdista entre as igrejas da Teologia da Missão Integral?
O que ele quer dizer é que esse diálogo e assimilação não existem nas igrejas neopentecostais e muitas pentecostais, que são avessas à pregação da Teologia da Libertação ou Teologia da Missão Integral.
Agora, os socialistas querem lidar com essa barreira, para que as igrejas neopentecostais possam perder essa aversão.
Contudo, mesmo que os socialistas consigam fazer tal diálogo e criar tal amizade, do jeito que fizeram com Ariovaldo Ramos, Caio Fábio e outros, haverá compatibilidade entre socialismo e fé cristã?
Os socialistas exigem o Estado no centro de tudo, assumindo controle de espaços que pertencem a Deus, à família e à igreja. A incompatibilidade entre socialismo e fé cristã é abismal, transformando a aceitação da Teologia da Libertação ou Teologia da Missão Integral no meio das igrejas na apostasia perfeita para a instalação de um governo anticristão.
Nesse aspecto, pastores como Silas Malafaia e R.R. Soares demonstram coragem ao falar em público o que os militantes da Teologia da Missão Integral preferem esconder: um testemunho claro sobre questões como aborto e homossexualismo, que tanto incômodo trazem ao PT.
Enquanto a esquerda maquina diálogos para “amansar” o ousado testemunho público neopentecostal, as outras igrejas deveriam condenar a Teologia da Missão Integral muito mais do que criticam a Teologia da Prosperidade. A Teologia da Prosperidade é um problema periférico perto da Teologia da Missão Integral, que possibilita e justifica a intromissão e imposição do Estado em todas as esferas (igreja, família, etc.) com as desculpas mais enganosas, se tornando um problema imenso dentro e fora das igrejas.
Mesmo com todo o apoio servil que as igrejas da Teologia da Missão Integral dão à esquerda, os socialistas as desprezam.
Espero que as igrejas neopentecostais continuem com sua aversão a essa teologia infernal, e espero também que seus pastores se libertem de pregar uma prosperidade que, no caso deles, só ocorre à custa das ovelhas.
Conheço por experiência a realidade entre igrejas apoiadoras da Teologia da Missão Integral e as igrejas neopentecostais. Muitos anos atrás, frequentei uma igreja evangélica tradicionalista que abrigava a elite da cidade. O pastor e outros líderes, além de maçons, eram petistas, e muitas vezes diziam à minha mãe e a nós: “Vocês são pobres. Por que não apoiam o PT? O PT é para vocês!”
Por ordem do pastor, a igreja inteira tinha assinatura coletiva da revista esquerdista Ultimato. Caio Fábio era a palavra final entre eles.
Havia as igrejas pentecostais e neopentecostais na cidade. A Assembleia de Deus tinha sua imposição de costumes, proibindo as mulheres de usarem calças compridas e batons, mas novelas eram permitidas. Havia a IURD, que na época era contra o aborto. Mas, em troca de bênçãos, pedia mais dinheiro do que mendigo na rua.
A igreja tradicionalista, com sua gente rica e refinada, estava infestada de maçonaria e petismo. Já os pobres estavam buscando milagres não no PT, mas na Assembleia de Deus, na IURD ou na Igreja Internacional da Graça de Deus, que não tinham nenhum interesse na Teologia da Missão Integral, na Ultimato, em Caio Fábio e no PT.
Naquela época, não entendíamos bem a Ultimato, mas dava para sentir seu cheiro ideológico e sua ineficácia na vida dos membros da igreja tradicionalista em suas necessidades. Quando precisavam de milagres de cura, eles recorriam a médiuns. Depois que começamos a frequentá-la, eles passaram a nos procurar para receber oração, pois nossa casa estava aberta ministrar o Evangelho e oração.
Por orientação de Deus, continuamos a frequentar a igreja tradicionalista durante anos, e inspiramos muitos de seus membros a buscarem milagres não no espiritismo ou no PT, mas em Deus, visitando, com eles, especialmente a Assembleia de Deus. Com esse contato, o próprio pastor assembleiano às vezes visitava a igreja tradicionalista, mas ficava no último banco muito acanhado, pois a diferença entre ele (e suas roupas pobres) com os membros da igreja “rica” eram enormes.
Enquanto a igreja tradicionalista, cheia de gente importante da cidade, se ocupava (mediante Ultimato e Caio Fabio) com uma “teologia” dos pobres, a Assembleia de Deus e igrejas neopentecostais estavam cheias de pobres!
Podemos aprender muito com isso. Evidentemente, o autor do artigo no Pavablog não está interessado nas igrejas que têm retórica de defesa aos pobres. Ele está interessado nas igrejas que estão cheias de pobres, mas têm aversão à Teologia da “Libertação”.
As igrejas da Teologia da Missão Integral se desesperam ao ver as igrejas da Teologia da Prosperidade cheias de pobres. Tudo o que podem fazer é atacá-las.
Se todas as igrejas pentecostais e neopentecostais também abraçarem essa teologia socialista, aí tudo estará perdido para as igrejas do Brasil. Aí o PT e outros partidos socialistas poderão dizer: “Não há mais obstáculo para a imposição total da agenda de aborto e homossexualismo no Brasil!”
O artigo esquerdista a seguir é do Pavablog e, embora seja matreiro, façamos como a Bíblia nos ensina: “Examinai tudo e retende o bem”:
O QUE A ESQUERDA DEVERIA APRENDER COM OS EVANGÉLICOS
“As massas de homens que nunca são abandonadas pelos sentimentos religiosos
então nada mais vêem senão o desvio das crenças estabelecidas.
O institnto de outra vida as conduz sem dificuldades
ao pé dos altares e entrega seus corações aos preceitos
e às consolações da fé.”
Alexis de Tocqueville, “A Democracia na América” (1830), p. 220.
No Brasil, um novo confronto, na forma como dado e cada vez mais evidente e violento, será o mais inútil de todos: o do esclarecimento político contra o obscurantismo religioso, principalmente o evangélico, pentecostal ou, mais precisamente, o neopentecostal. Lamento informar, mas na briga entre os dois barbudos – Marx e Cristo – fatalmente perderemos: o Nazareno triunfa. Por uma razão muito simples, as igrejas são o maior e mais eficiente espaço brasileiro de socialização e de simulação democrática. Nenhum partido político, nenhum governo, nenhum sindicato, nenhuma ONG e nenhuma associação de classe ou defesa das minorias tem competência e habilidade para reproduzir o modelo vitorioso de participação popular que se instalou em cada uma das dezenas de milhares de pequenas igrejas evangélicas, pentecostais e neopentecostais no Brasil. Eles ganharão qualquer disputa: são competentes, diferentemente de nós.
Muitos se assustam com o poder que os evangélicos alcançaram: a posse do senador Marcello Crivela, também bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, no Ministério da Pesca e a autoridade da chamada “bancada evangélica” no Câmara dos Deputados são dois dos mais recentes exemplos. Quem se impressiona não reconhece o que isso representa para um a cada cinco brasileiros, o número dos que professam a fé evangélica ou pentecostal no Brasil. Segundo a análise feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), a partir dos microdados da Pesquisa de Orçamento Familiar 2009 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a soma de evangélicos pentecostais e outras denominações evangélicas alcança 20,23% da população brasileira. Outros indicadores sustentam que em 1890 eles representavam 1% da população nacional; em 1960, 4,02%.
O crescimento dos evangélicos não é um milagre, é resultado de um trabalho incansável de aproximação do povoque tem sido negligenciado por décadas pelas classes mais progressistas brasileiras. Enquanto a esquerda, ainda na oposição política, entre a abertura democrática pós-ditadura e a vitória do primeiro governo popular no Brasil, apenas esbravejava, pastores e missionários evangélicos percorreram cada canto do país, instalaram-se nas regiões periféricas dos grandes centros urbanos, abriram suas portas para os rejeitados e ofereceram, em muitos momentos, não apenas o conforto espiritual, mas soluções materiais para as agruras do presente, por meio de uma rede comunitária de colaboração e apoio. O que teve fome e dificuldade, o desempregado, o doente, o sem-teto: todos eles, de alguma forma, encontraram conforto e solução por meio dos irmãos na fé. Enquanto isso, a esquerda tinha uma linda (e legítima) obsessão: “Fora ALCA!”.
O mapa da religiosidade no Brasil revela nossa incompetência social: os evangélicos e pentecostais são mais numerosos entre mulheres (22,11% delas; homens, 18,25%), pretos, pardos e indígenas (24,86%, 20,85% e 23,84%, respectivamente), entre os menos instruídos (sem instrução ou até três anos de escolaridade: 19,80%; entre quatro e sete anos de instrução: 20,89% e de oito a onze anos: 21,71%) e na região norte do país, onde 26,13% da população declara-se evangélica ou pentecostal. O Acre, esse Estado que muitos acham que não existe, blague infantilmente repetida até mesmo por esclarecidos militantes de esquerda, tem 36,64% de evangélicos e pentecostais. É o Estado mais evangélico do país. Simples: a igreja falou aos corações e mentes daqueles com os quais a esquerda nunca verdadeiramente se importou, a não ser em suas dialéticas discussões revolucionárias de gabinete, universidade e assembleia.
O projeto de poder evangélico não é fortuito. Ele não nasceu com o governo Dilma Rousseff. Ele não é resultado de um afrouxamento ideológico do PT e nem significa, supõe-se, adesão religiosa dos quadros partidários. Ele é fruto de uma condição evangélica do país e de uma sistemática ação pela conquista do poder por vias democráticas, capitalizada por uma rede de colaboração financeira de ofertas e dízimos. Só não parece legítimo a quem está do lado de fora da igreja, porque, para cada um dos evangélicos e pentecostais, estar no poder é um direito. Eles não chegaram ao Congresso Nacional e, mais recentemente, ao Poder Executivo nacional por meio de um golpe. Se, por um lado, é lamentável que o uso da máquina governamental pode produzir intolerância e mistificação, por outro, acostumemo-nos, a presença deles ali faz parte da democracia. As mesmas regras políticas que permitiram um operário, retirante nordestino e sindicalista chegar ao poder são as que garantem nas vitória e posse de figuras conhecidas das igrejas evangélicas a câmaras de vereadores, prefeituras, governos de Estado, assembleias legislativas e Congresso Nacional. O lema “un homme, une voix” (“um homem, uma voz”) do revolucionário socialista L.A. Blanqui (1805-1881), “O Encarcerado”, tem disso.
Afora a legitimidade política – o método democrático e a representação popular não nos deixam mentir – a esquerda não conhece os evangélicos. A esquerda não frequentou as igrejas, a não ser nos indefectíveis cultos preparados como palanques para nossos candidatos demonstrarem respeito e apreço pelas denominações evangélicas em época de campanha, em troca de apoio dos crentes e de algumas imagens para a TV. A esquerda nunca dialogou com os evangélicos, nunca lhes apresentou seus planos, nunca lhes explicou sequer o valor que o Estado Laico tem, inclusive como garantia que poderão continuar assim, evangélicos ou como queiram, até o fim dos tempos. E agora muitos militantes, indignados com a presença deles no poder, os rechaçam com violência, como se isso resolvesse o problema fundamental que representam.
Apenas quem foi evangélico sabe que a experiência da igreja não é puramente espiritual. E é nesse ponto que erramos como esquerda. A experiência da igreja envolve uma dimensão de resistência que é, de alguma forma, também política. O “não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito” (Paulo para os Romanos, capítulo 12, versículo 2) é uma palavra de ordem poderosa e, por que não, revolucionária, ainda que utilizada a partir de um ponto de vista conservador.
Em nenhuma organização política o homem comum terá protagonismo tão rápido quanto em uma igreja evangélica. O poder que se manifesta pela fé, a partir da suposta salvação da alma com o ato simples de “aceitar Jesus no coração como senhor e salvador”, segundo a expressão amplamente utilizada nos apelos de conversão, transforma o homem comum, que duas horas antes entrou pela porta da igreja imundo, em um irmão na fé, semelhante a todos os outros da congregação. Instantaneamente ele está apto a falar: dá-se o testemunho, relata-se a alegria e a emoção do resgate pago por Jesus na cruz. Entre os que estão sob Cristo, e são batizados por imersão, e recebem o ensino da palavra, e congregam da fé, não há diferenciação. Basta um pouco de tempo, ele pode se candidatar a obreiro. Com um pouco mais, torna-se elegível a presbítero, a diácono, a liderança do grupo de jovens ou de mulheres, a professor da escola dominical. Que outra organização social brasileira tem a flexibilidade de aceitação do outro e a capacidade de empoderamento tal qual se vêem nas pequenas e médias igrejas brasileiras, de Rio Branco, das cidades-satélite de Brasília, do Pará, de Salvador, de Carapicuíba, em São Paulo, ou Santa Cruz, no Rio de Janeiro? Nenhuma.
Se esqueçam dos megacultos paulistanos televisionados a partir da Av. João Dias, na Universal, ou da São João, do missionário R.R. Soares. Aquilo é Broadway. Estamos falando destas e outras denominações espalhadas em todo o território nacional, pequenas igrejas improvisadas em antigos comércios – as portas de enrolar revelam a velha vocação de uma loja, um supermercado, uma farmácia – reuniões de gente pobre com sua melhor roupa, pastores disponíveis ao diálogo, festas de aniversário e celebrações onde cada um leva seu prato para dividir com os irmãos. A menina que tem talento para ensinar, ensina. O irmão que tem uma van, presta serviços para o grupo (e recebe por isso). A mulher que trabalha como faxineira durante a semana é a diva gospel no culto de domingo à noite: canta e leva seus iguais ao júbilo espiritual com os hinos. A bíblia, palavra de ninguém menos que Deus, é lida, discutida, debatida. Milhares e milhares de evangélicos em todo o país foram alfabetizados nos programas de Educação de Jovens e Adultos (EJAs) para simplesmente “ler a palavra”, como dizem. Raríssimo o analfabeto que tenha sido fisgado pela vontade ler “O Capital”, infelizmente. As esquerdas menosprezaram a experiência gregária das igrejas e permaneceram, nos últimos 30 anos, encasteladas em seus debates áridos sobre uma revolução teórica que nunca alcançou o coração do homem comum. Os pastores grassaram.
Fonte: Blog progressista Pavablog

sexta-feira, 30 de março de 2012

Agência do governo de Obama determina que uso que a Pepsi faz de células derivadas de bebês abortados é “negócio normal”

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Agência do governo de Obama determina que uso que a Pepsi faz de células derivadas de bebês abortados é “negócio normal”
Agência do governo de Obama determina que uso que a Pepsi faz de células derivadas de bebês abortados é “negócio normal”
John-Henry Westen
LARGO, FL, EUA, 5 de março de 2012 (LifeSiteNews.com) — A empresa Pepsi, que lançará o novo produto Pepsi Next nas próximas semanas, está enfrentando um boicote mais forte enquanto ativistas pró-vida protestam contra o uso que a empresa faz de células derivadas de um feto abortado em pesquisas de realçamento de sabores. Mas a Pepsi teve sucesso, com a ajuda do governo de Obama, em seus esforços de impedir que seus acionistas pudessem examinar suas operações polêmicas.
Numa decisão dada em 28 de fevereiro, a Comissão de Título e Câmbio Americana (CTCA) determinou que o uso que a PepsiCo faz de células derivadas de bebês abortados permanece em seu acordo de pesquisa e desenvolvimento com Senomyx para produzir realçadores de sabores, constituindo “operações normais de negócios”.

Boicote contra a Pepsi
A carta assinada pelo advogado Brian Pitko do Gabinete do Promotor Público Chefe da CTCA foi enviada em resposta a um documento de 36 páginas apresentado pelos advogados da PepsiCo em janeiro de 2012. Nesse arquivamento, a PepsiCo apelou para que a CTCA rejeitasse a Resolução dos Acionistas apresentada em outubro de 2011 de que a empresa “adotasse uma política de empresa que reconheça os direitos humanos e empregue padrões éticos que não envolvam restos de seres humanos abortados tanto em acordos de desenvolvimento e pesquisas participativas quanto privadas”.
George A. Schieren, principal advogado da PepsiCo, comentou que a resolução deveria ser excluída porque “lida com assuntos relacionados às operações normais de negócios” e que “certas tarefas são tão fundamentais para administrar uma empresa no dia a dia que eles não deveriam ser sujeitos à supervisão dos acionistas”.
Debi Vinnedge, diretora-executiva de Filhos de Deus pela Vida, a organização que desmascarou a colaboração entre PepsiCo e Senomyx no ano passado, ficou “pasma com a apatia e insensibilidade” tanto dos executivos da PepsiCo quanto do governo de Obama.
“Não estamos falando sobre que tipo de canetas a PepsiCo que usar — estamos falando sobre tirar proveito dos restos de um bebê abortado para obter lucro”, disse ela. “Usar rins de embriões humanos (HEK-293) para produzir realçadores de sabores para suas bebidas não tem nada a ver com operações rotineiras!”
A PepsiCo também pediu que a resolução fosse excluída porque “inquiria com demasiada profundidade em assuntos de natureza complexa sobre as quais os acionistas não têm capacidade de fazer uma avaliação informada”.
“Em outras palavras, a PepsiCo pensa que seus acionistas são burros demais para compreender o que a PepsiCo está fazendo com os restos de crianças abortadas”, declarou Vinnedge. “Pois bem, eles estão para descobrir exatamente como o público é realmente esperto quando ele aumentar a pressão no boicote mundial!”
O senador Ralph Shortey, de Oklahoma, apresentou o projeto de lei SB1418 que proíbe a venda de produtos que são desenvolvidos ou contêm restos de bebês abortados. No caso dos produtos da Pepsi, as células derivadas dos bebês abortados não terminam no produto final.
“Elogiamos o senador por sua atitude corajosa”, comentou Vinnedge. “O público já está evitando todas as bebidas da Pepsi e a Pepsi Next é só isso — o próximo produto a se evitar!”
Até o momento, o boicote mundial se expandiu para incluir Canadá, Alemanha, Polônia, Inglaterra, Irlanda, Escócia, Espanha, Portugal, Austrália e Nova Zelândia.
Para mais informações, visite o site Children of God for Life.
Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Obama agency rules Pepsi use of cells derived from aborted fetus ‘ordinary business’
Fonte: www.juliosevero.com

Dupla gay estupra menino de 5 anos e recebe proteção especial do governo do Estado de São Paulo Julio Severo

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Dupla gay estupra menino de 5 anos e recebe proteção especial do governo do Estado de São Paulo
Julio Severo

O que um pastor e uma dupla gay têm em comum? O pastor, depois que sua filha sofreu tentativa de estupro num posto de saúde, foi denunciado por uma agente do Conselho Tutelar que é parente do agente tarado do posto de saúde. O pastor está preso em condições desumanas, sem nenhum defensor para ajudar. A dupla gay foi presa por maltratar e estuprar um menino, e conta com quatro defensores públicos para ajudar.

Em 7 de março de 2012, a Band noticiou sobre um menino de 5 anos que sofria agressões e estupro de uma dupla homossexual em São Paulo. A faxineira da casa percebeu que o menino estava com febre e como a dupla gay não estava, a mulher o levou para casa. Durante o banho do garoto, ele contou que estava com muita dor. O menino contou para a faxineira que sofria maus tratos e abuso sexual.
A mulher levou o menino para o hospital, onde o garoto deu entrada com desidratação, desnutrição, broncopneumonia e tinha marcas de agressão pelo corpo.

A ocorrência foi registrada no 13º DP e o Conselho Tutelar foi acionado. Contudo, o governo do Estado de São Paulo interveio fortemente no caso, designando quatro defensores públicos para defender a dupla gay. O acompanhamento do caso por quatro defensores públicos espantou até o delegado, que disse:
“Em trinta e quatro anos de polícia, esse é o primeiro caso na minha carreira que eu vejo que a Defensoria Pública vem acompanhar dois indivíduos que estão sendo investigados e com quatro integrantes”.

Defensores públicos não costumam atuar durante inquéritos. Um indivíduo investigado pela polícia ser acompanhado por um defensor público é um fenômeno raro. Ser acompanhado por quatro é totalmente fora da realidade. O que provocou essa enorme anormalidade foi que o Estado de São Paulo, sob o governo do então governador Geraldo Alckmin (PSDB), tornou-se o primeiro Estado brasileiro a instituir uma lei para penalizar a prática de discriminação em razão de orientação sexual: a Lei Estadual nº 10.948/2001. Com o objetivo de implementar essa lei pró-homossexualismo, firmou-se, em 24 de outubro de 2007, um acordo entre a Defensoria Pública de São Paulo, a Secretaria de Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado e a Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual da Prefeitura de São Paulo.

O PSDB vem trabalhando loucamente para implantar o sistema anti-“homofobia” mais sofisticado do Brasil e a condenação da dupla gay pode trazer impactos negativos não só para o movimento gay, mas também para as políticas do PSDB. Portanto, o acompanhamento da dupla gay por quatro defensores representa o empenho do Estado de São Paulo do PSDB de proteger os gays exclusivamente porque eles praticam atos homossexuais.

Os interesses do menino agredido e estuprado estão sendo colocados abaixo dos interesses da agenda gay e das obsessões políticas do PSDB.
Entretanto, como é que os Conselhos Tutelares não têm força para vencer todos esses interesses cruéis que colocam em risco um menino de apenas 5 anos?

Um ano atrás, um pastor foi preso por muito menos. Aliás, ele foi injustiçado por obedecer à Bíblia. O Pr. Jeremias Albuquerque Rocha, de 25 anos, foi preso depois que uma agente do conselho tutelar o denunciou por bater em suas filhas, pelo que ele foi acusado de “tortura”.
Apesar de que nenhuma evidência física tivesse sido apresentada ao juiz, Rocha foi colocado em detenção preventiva, numa cela de prisão tão cheia de presos que ele era forçado a ficar de pé o dia inteiro, e tinha de dormir agachado no chão, que estava coberto de papelão.
Ele ficou meses nessa situação. Em nenhum momento se apresentou algum relatório médico documentando qualquer marca física nas suas filhas nem houve nenhum exame físico confirmando ferimentos — provas que a lei exige. Em agosto de 2010, Rocha havia, conforme as reportagens, começado a chorar e desmaiar dentro de sua cela. Quando foi levado a um hospital próximo e diagnosticado com doença mental, o juiz Jânio Tutomu Takeda se recusou a acreditar no diagnóstico, afirmando que Rocha estava “fingindo”, e ordenou que ele fosse algemado à cama do hospital.

Pastor injustiçado e sem nenhum defensor público
Takeda disse que condenou Rocha e o sentenciou a seis anos e meio de prisão.
O maior problema do Pr. Rocha não foi ter disciplinado suas filhas fisicamente. Muito antes de sua prisão, uma de suas filhas havia sofrido tentativa de estupro no posto de saúde. O agente de saúde assediador é parente da agente do Conselho Tutelar que denunciou mais tarde o pastor. Final infeliz: o agente assediador não foi preso por tentativa de estupro contra uma menina.
Final mais infeliz: mesmo sendo inocente, e nunca tendo praticado maus-tratos e estupro contra suas filhas, o pastor está preso em condições desumanas sem nunca ter tido o acompanhamento de defensores públicos — privilégio hoje exclusivo de homens que praticam atos homossexuais e estupram meninos de 5 anos.

O tarado sexual que trabalha no posto de saúde está livre para prosseguir seus assédios e taradices nas meninas dos outros. O governo, é claro, não tem tempo de ajudar pais inocentes e prender maníacos sexuais nos postos de saúde. O governo está ocupado demais cuidando de duplas gays que se ocupam com meninos de 5 anos.

Aqueles que estão dentro da agenda do governo — agentes de saúde tarados, duplas gays taradas, agentes de Conselho Tutelar abusivos, etc. — contam com a máquina estatal para dar acobertamento.
Pais, mães e crianças que não estão dentro da agenda do governo contam só com Deus.

Com informações do Mídia Sem Máscara e LifeSiteNews.

Fonte: www.juliosevero.com

sexta-feira, 16 de março de 2012

CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL

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CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL - Movimento Contraditório ou Seita?

Introdução:

A Congregação Cristã no Brasil (CCB) é vista por alguns como uma seita, por outros, como um movimento contraditório. Nosso objetivo nesta lição é demonstrar o caráter sectarista e exclusivista desta denomiação religiosa. Também mostraremos que suas doutrinas são fundamentadas em versículos isolados das Escrituras e mal interpretados.

É preciso salientar que quem vive a destilar acusações contra as demais igrejas evangélicas são os membros da CCB - Inclusive gostam de classificar os pastores protestantes de bodes.

O breve escopo mostrará que o mal da CCB é que eles não sabem que não sabem!

1. Fundador:
Luis Francescon , nascido em 29 de março de l866, na comarca de Cavasso Nuovo, província de Udine, Itália. Imigrou para os E.U.A. após servir ao exército, chegando à cidade de Chicago, Estado de Illinois em 1890. No mesmo ano começou a ter conhecimento do Evangelho através da pregação do irmão Miguel Nardi. Em 1891 teve compreensão do novo nascimento e aceitou a Cristo como seu Salvador. Em março de ano seguinte, junto ao grupo evangelizado pelo irmão Nardi e algumas famílias da Igreja Valdense, fundaram a Primeira Igreja Presbiteriana Italiana, tendo sido eleito Filippo Grili como pastor e Francescon como diácono e, após alguns anos, ancião dessa Igreja.

a) Sua experiência com o novo batismo.
Conforme o próprio relato de Luis Francescon, após três anos de freqüência e organização da Igreja Presbiteriana Italiana, enquanto lia a Bíblia Sagrada, em Cl 2,12 Sepultados com ele no batismo, nele também ressuscitastes pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dos mortos. No momento da leitura ouviu duas vezes as seguintes palavras Tu não obedecestes a este meu mandamento. A partir daí, inicia o questionamento do batismo por aspersão praticado pelo Igreja Presbiteriana Italiana.

b) Rompimento com a Igreja Presbiteriana.

Com a viagem do Pastor Filippo Grilli para a Itália, coube a Francescon, como ancião, presidir à reunião no dia 6 de setembro de l903 ,(domingo), oportunidade em que, após 9 anos da revelação acerca do batismo, falou com a Igreja acerca deste assunto, o que fez, convidando a todos os membros da Igreja Presbiteriana para assistir ao seu batismo por imersão. O batismo foi realizado no dia 7 de setembro de l903, onde compareceram cerca de 25 irmãos, dos quais 18, incluindo Francescon, foram batizados. Com a chegada do Pastor Filippo Grilli, da Itália, Francescon não pode fazer outra coisa que pedir seu desligamento daquela Igreja, e o grupo batizado, juntamente com ele, também se desligou, mesmo a revelia. Assim estabeleceram uma pequena comunidade evangélica livre reunindo-se na casa dos irmãos.

c) O Batismo com Espírito Santo:

Em fins de l907, o grupo liderado por Francescon tomou contato com o nascente movimento pentecostal, participando das reuniões realizadas na missão localizada na West North Avenue,943, que tinha como pastor William H. Durhan, oriundo do movimento Azuza, de Los Angeles. No dia 25 de agosto de l907, naquela missão, Luis Francescon afirma que recebeu o Batismo com Espírito Santo. Algum tempo depois o Pr Durham informou a ele que o Senhor o tinha chamado para levar sua mensagem à colônia Italiana, e o movimento foi se expandindo.

2. O Estabelecimento da Igreja no Brasil

Depois de ter estabelecido o trabalho na Argentina, Francescon e Giacomo Lombardi dirigiram-se ao Brasil em 8 de março de l910, com destino a São Paulo. No segundo dia de estada no Brasil encontraram um italiano chamado Vicenzo Pievani, na Praça da Luz, onde pregaram o evangelho. Parece, todavia, que de início seu trabalho foi pouco promissor, até que em 18 de abril, G. Lombardi partiu para Buenos Aires, e Francescon foi para Santo Antonio da Platina, no Paraná, chegando lá em 20 de abril de l910, e deixou estabelecido ali um pequeno grupo de crentes pentecostais, o primeiro grupo desse segmento no Brasil.

a) O trabalho em São Paulo.

Ao retornar em 20 de junho para são Paulo, após um contato inicial com a Igreja Presbiteriana do Brás, onde alguns membros aceitaram a mensagem pentecostal, bem como alguns batistas, metodistas e católicos romanos, surge à primeira "Congregação Cristã" organizada no país. Já, no mês de setembro, Francescon segue novamente para o Paraná, deixando ali a novel igreja sem maior respaldo. A partir daí, o trabalho da Congregação Cristã espalha-se por onde existem colônias italianas, notadamente na região sudeste do país, principalmente nos Estados de São Paulo e Paraná, onde até hoje se concentram. Seu fundador, o ancião Louis Francescon, faleceu em 7 de setembro de l964, na cidade de Oak Park, Illinois, USA.

b) O desenvolvimento da Igreja.

Diante dos relatos acima, podemos ver que a história da Congregação Cristã não traz maiores diferenças que possam explicar sua posição sectária de hoje, mas no decorrer do tempo foram se adequando a certos individualismos. Baseados na história narrada pelo próprio Francescon, podemos declarar que o comportamento da Congregação Cristã hoje é bem diferente de seu fundador; pois o mesmo mantinha comunhão com irmãos de denominações diferentes. Gunnar Vingrem narrou em seu diário o encontro com Francescon em um clima de muita comunhão e espiritualidade em 1920 em São Bernardo do Campo.

c) Causas do individualismo.

Primeiramente, devemos ter em mente que a Congregação Cristã teve origem num ambiente teológico, onde dominava a doutrina da predestinação, de onde veio seu fundador e boa parte de seus primeiros membros. Isso, somado ao fato de que algumas profecias davam conta de que lhe seriam enviados os que haveriam de se salvar, além do fato de o ancião Francescon não ficar continuamente junto aos novos grupos, mas, como ele mesmo escreveu, esteve em nosso País cerca de dez vezes, em períodos intercalados. Esses fatos Com certeza causaram grandes vácuos na interpretação e orientação da liderança nacional, levando a surgir uma interpretação extremista dos conceitos calvinistas.


3. Doutrinas Da Congregação Cristã no Brasil:

Ao analisar o pensamento doutrinário da Congregação Cristã no Brasil, temos a impressão de que seus líderes criaram um Evangelho segundo a CCB. A maioria de seus adeptos defendem o pensamento errôneo de que a salvação só é possível na sua própria Igreja: "A gloriosa Congregação". Desenvolveram inconscientemente a doutrina da auto-salvação, ou da religião salvífica, e conseqüentemente, por tabela o monopólio da salvação, com todos os direitos reservados à CCB, uma espécie de "copyrigth".

a) Sobre o estudo da Bíblia.

A CCB ensina que o Espírito Santo dirige tudo, e não é necessário se preparar, examinar ou meditar nas Escrituras Sagradas. Sem dúvidas, o Espírito Santo opera poderosamente na vida de sua Igreja, mas isto não significa que devemos desprezar o estudo das Escrituras. É uma postura que desvirtua um dos propósitos de Deus, que é o exame de sua Palavra. "Bem-aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detêm no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite". ( Sl 1.1); Veja ainda: 2 Tm 2.15; Sl 119.105; Pv 7.1-3; Dt 6.6-9; 1 Tm 4.13; 2 Tm 4.13; Pv 9.9; Sl 119.9-16; Sl 19.7-8; Sl 1.1-2. Essas referências já são suficientes para provar que o pensamento da CCB é contrário a Palavra de Deus. Os membros da CCB não conhecem a Palavra de Deus e fazem questão de dizer que não sabem para dar a entender que tudo que falam provém do Espírito Santo. Uma atitude completamente contrária a de seu fundador.

b) Sobre o Batismo:

A CCB não conhece a Batismo efetuado por ministros do Evangelho de outras denominações, mesmo que seja por imersão em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo ( Mt 28.19). Na verdade não dá para concordar com a maneira ou forma pela qual ela ministra nas águas às pessoas sem preparo algum, todavia não desmerecemos tal batismo, mas reconhecemos que sua validade depende mais do batizado. A CCB diz não reconhecer o Batismo de outras denominações pelos seguintes argumentos: "o batismo de outras denominações cristãs está errado, porque utilizam a expressão "eu te batizo". A CCB entende que ao dizer "eu te batizo" é a carne que opera e o homem se coloca na frente de Deus. "O Batismo só é válido se efetuado com esta fórmula: Em nome do Senhor Jesus te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo". "O Batismo da CCB purifica o homem do pecado". Parece que a CCB, além de não conhecer a Bíblia, desconhece também, a língua portuguesa. Que diferença há em dizer: "Eu te batizo" ou "Te Batizo". O sujeito não está oculto? Além do mais, se, pelo fato de utilizar a expressão "eu te batizo", estivermos aborrecendo a Deus , então João Batista teria ofendido a Deus, pois ele dizia "eu vos batizo com água..." Será que a CCB acha que João Batista era carnal e se colocava na frente de Deus?

c) Sobre o uso do véu para as mulheres.

Se a CCB tivesse adotado a prática de suas mulheres usarem o véu, mas não condenasse as que não usam, não teríamos nada a dizer. Convém salientar que o uso do vestuário no culto, tal como véu, chapéu, roupas etc, depende de cada cultura, pois "os costumes se alteram e as exigências também": Essa questão do véu transformou-se em polêmica por parte de alguns, mas, porém, basta estudar a questão cultural dos orientais para se perceber que é apenas um costume local.

4. Outros erros doutrinários da CCB

De acordo com o exposto, a CCB não suportaria um exame sério das Escrituras, fato característico das seitas; porque sua interpretação foge às regras da hermenêutica sagradas. Tudo que acontece nessa Igreja está relacionado ao sentimento. É sempre necessário sentir para se realizar alguma obra ou até mesmo para orar por alguém. Essa teologia do sentimento afasta o homem de Deus e da Bíblia, como prova sua própria história.

a) A Saudação da CCB.

A CCB nos acusa de saudar com a "paz do Senhor". Citam para justificar esse conceito a seguinte expressão: devemos saudar com a paz de Deus, e nunca com a Paz do Senhor, porque existem muitos senhores, mas Deus é só um. Essa acusação da CCB se desfaz em pó com somente um versículo que Paulo escreveu na primeira carta aos Coríntios 8.5,6, que diz: Porque, ainda que haja também alguns que se chamam deuses, quer no céu como na terra( como há muitos deuses e muitos senhores). Todavia para nós há um só Deus, Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por Ele. A CCB não consegue entender que quando saudamos com a paz do Senhor estamos saudando com a paz do nosso grande Senhor Jesus Cristo. (Conf. Jo 14.27).

b) O Ósculo Santo.

A CCB insiste em adotar costumes orientais, muitos deles registrados na Bíblia, como é o caso do ósculo santo, pensando com isto estar em posição espiritual superior à dos outros. Esse é um costume que perdura até hoje no oriente. O ósculo era uma maneira comum de saudar no oriente, muito antes do estabelecimento do cristianismo. Tem servido igualmente como parte da expressão judaica em suas saudações, tanto nas despedidas como também na forma de demonstração geral de afeto. Ver Gn 29.11; 33.4. Também parece ter sido um sinal de homenagem entre os israelitas conf. 1 Sm 10.1. O ósculo dado aos ungidos de Deus, por semelhante modo, parece ter-se revestido de significação religiosa, o que também se verifica entre outras culturas. Quando Paulo recomendou que se saudassem uns aos outros com ósculo santo, simplesmente estava falando de um costume existente. Caso fosse ao Brasil, certamente seria mencionado o aperto de mão ou o abraço. Essa é uma questão cultural, que também não é compreendida pela CCB.

c) O Dízimo:

CCB da ao César o que é de César, mas quando é para dar a Deus inventam muitos argumentos e obstáculos. Ensinam os Anciãos da CCB que o dízimo é da lei e que é maldito e hipócrita aquele que dá e aquele que o recebe.

A Bíblia ensina que o dízimo é santo; a CCB ensina que é profano. A Bíblia ensina que o dizimo é do Senhor (Lv 27.30); a CCB ensina que o dízimo é para ladrões. Jesus não condenou a prática do dízimo (Mt 23.33); condenou, sim, os hipócritas que desprezavam os principais preceitos da Lei de Deus, mas não condenou o dízimo praticado até pelo pai dos crentes, Abraão ( Gn 14.20). O Autor da epístola aos Hebreus falou sobre a prática do dizimo na atual dispensação ( Hb 7.8-9).

É preciso salientar também que o dízimo, no período da Graça de Cristo, não é dado com o objetivo de salvação, mas é dado com amor, pois Deus ama aos que ofertam com alegria (II Cor. 9:7). Cada oferta é como se fosse uma semente de bênçãos que na hora certa todos colheremos (II Co. 9:10)


Conclusão:

Procuramos destacar alguns pontos contraditórios da Congregação Cristã, ainda que sucintamente, mas cremos ser o suficiente para mostrar que essa denominação é exclusivista. Parece que o céu foi feito só para eles e que a salvação só existe em sua denominação e em questão de Bíblia só a interpretação deles é válida. Para eles somente sua liderança é Bíblica, somente sua maneira de orar é válida e a pregação do evangelho só é correta através de seus membros. Sem dúvidas, a Congregação Cristã No Brasil está completamente desviada de seus propósitos iniciais. Precisa urgentemente voltar ao primeiro amor conf. Ap 2. 4,5

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Homossexuais aliciam meninos para virar transexuais em SP

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Homossexuais aliciam meninos para virar transexuais em SP
TRÁFICO DE ADOLESCENTES PARA PROSTITUIÇÃO HOMOSSEXUAL COMEÇA NAS REDES DA INTERNET
SÃO PAULO — Magro, cabelos compridos, short curto. M., 16 anos, abre o sorriso leve e ingênuo dos adolescentes quando perguntado se pode dar entrevista. O relógio marca 1h de sexta-feira. “M” é um garoto e está na calçada, numa das travessas da Avenida Indianópolis, conhecido ponto de prostituição de travestis e transexuais, escancarado em meio a casas de alto padrão do Planalto Paulista, na Zona Sul de São Paulo. A poucos passos, mais perto da esquina, está “K”, também de 16 anos.

Adolescente aliciado por redes homossexuais
“M” e “K” são a ponta do novelo que transformou São Paulo num centro de tráfico de adolescentes nos últimos cinco anos. Meninos a partir de 14 anos são aliciados no Ceará, no Rio Grande do Norte e no Piauí e, aos poucos, são transformados em mulheres para se prostituírem nas ruas de São Paulo e em países da Europa. Misturados a travestis maiores de idade, eles são distribuídos em três pontos tradicionais de prostituição transexual em São Paulo: além da Indianópolis, são encaminhados para a região da Avenida Cruzeiro do Sul, na Zona Norte, e Avenida Industrial, em Santo André, no ABC paulista.
O primeiro contato é feito por meio de redes de relacionamento na internet. Uma simples busca por “casas de cafetina” leva os garotos a perfis de aliciadores homossexuais. Após o primeiro contato, pedem que o adolescente encaminhe uma foto por e-mail, para que seja avaliado. Se for considerado interessante e “feminino”, eles têm a passagem paga pelos aliciadores. Ao chegar a São Paulo, passam a morar em repúblicas de transexuais e a serem transformados. Recebem inicialmente megahair e hormônios femininos. Quando começam a faturar mais com os programas nas ruas, vem a oferta de prótese de silicone nos seios. Os escolhidos para ir à Europa chegam a ser “transformados” em tempo recorde, apenas cinco meses, para não perder a temporada na zona do euro.
É fácil identificar os adolescentes recém-chegados. Além do corpo típico da idade, eles têm seios pequenos, produzidos por injeção de hormônios, e megahair. Testados inicialmente na periferia, os meninos são distribuídos nos pontos de prostituição de acordo com a aparência. Os considerados mais bonitos recebem investimento mais alto e vão trabalhar na área nobre da cidade. Na Avenida Indianópolis, recebem R$ 70 por um programa no drive in e R$ 100 se o programa for em motel. Nos outros dois endereços, o valor é bem mais baixo: entre R$ 30 e R$ 50 no drive in e R$ 70 a R$ 80 em motel.
MENORES EVITAM RUAS PRINCIPAIS
Não faltam interessados. A partir de 17h, homens homossexuais na faixa de 30 a 50 anos aproveitam o fim do expediente para, antes de seguir para casa, fazer programas rápidos com os transexuais na Indianópolis. Um furgão preto, com insulfilme, faz o transporte de vários transexuais. Mas, nesse horário de maior movimento, dificilmente os menores ficam à vista nas calçadas.
Por existirem há décadas, os pontos de prostituição de travestis são vistos com naturalidade pelos moradores de São Paulo, principalmente agora com leis anti-“homofobia” que punem a crítica ao homossexualismo. Se antes se podia criticar, agora nem isso. Afinal, o homossexualismo em São Paulo está sob a proteção do PSDB e parece que a prostituição homossexual está incluída nessa proteção.
Em geral, os transexuais adolescentes ficam nas travessas, atrás dos grupos de maiores de idade, que ficam quase nus e são extremamente imorais. Os dois grupos convivem bem com a vizinhança, exceto pelo constrangimento proporcionado pelos mais velhos (acima de 25 anos) sem roupa ou exibindo abertamente partes íntimas ou siliconadas.
Os adolescentes são mais discretos, menos siliconados e “montados”. Os implantes de silicone nos seios são menores, num apelo direcionado aos pedófilos. Eles usam saias e shorts curtinhos, como “M” e “K”, e podem muitas vezes ser confundidos com meninas.
Como na Indianópolis prostitutas e travestis dividem espaço, clientes são surpreendidos pela nova leva de jovens vindos de outros estados, de aparência cada vez menos óbvia.
“Y”, 19 anos, é um dos transexuais que fazem aumentar a confusão. Aos 15, foi levado a São Paulo pela rede homossexual de prostituição e pedofilia.
— A cafetina viu que eu era feminina e que ganharia muito dinheiro. Minha mãe assinou autorização para eu viajar, e vim de avião. Ficou preocupada, como toda mãe, mas deixou — conta.
Inicialmente, foi levado a trabalhar na Avenida Industrial, em Santo André, no ABC paulista. Pagava R$ 20 pela diária na república, sem almoço.
— Quem não tivesse os R$ 20 tinha de voltar para a rua, não entrava enquanto não conseguisse — diz ele.
Mesmo sem ter sido transformado, já chamava atenção. Logo começou a faturar R$ 250 por dia. Aos 16 anos, recebeu “financiamento” para colocar prótese de silicone no seio. O implante foi feito por cirurgião plástico. Custou R$ 4 mil, mas “Y” teve de pagar R$ 8 mil à cafetina, pois não tinha dinheiro para quitar à vista.
“Y” diz que aceitou porque queria ficar feminina logo. Neste mercado, os seios são vistos como principal atributo. Quanto mais aparência de mulher, mais os clientes pagam. Agora, o jovem mora sozinha num flat e paga seu aluguel. Diz que divide o espaço da avenida tranquilamente e já não deve nada a ninguém. Faz entre seis e 10 programas de prostituição por noite, afirma, enquanto lança olhares às dezenas de carros que passam rente à calçada, aguarda possivelmente um cliente homossexual.
Adaptado de Meninos são aliciados para virar transexuais em SP
Fonte: www.juliosevero.com

Carnaval: De origem religiosa?

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Carnaval: De origem religiosa?
Carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica em 590 d.C..[1] É um período de festas regidas pelo ano lunar no cristianismo da Idade Média. O período do carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou do latim "carne vale" dando origem ao termo "carnaval". Durante o período do carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX.[2] A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto eRio de Janeiro se inspirariam no carnaval parisiense para implantar suas novas festas carnavalescas. Já o Rio de Janeiro criou e exportou o estilo de fazer carnaval com desfiles de escolas de samba para outras cidades do mundo, como São Paulo, Tóquio e Helsinque, capital da Finlândia.
O carnaval do Rio de Janeiro está no Guinness Book como o maior carnaval do mundo.[3] Em 1995, o Guinness Book declarou o Galo da Madrugada, da cidade do Recife, como o maior bloco de carnaval do mundo.[4]
História e origem
A festa carnavalesca surgiu a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, aQuaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. A palavra "carnaval" está, desse modo, relacionada com a ideia de deleite dos prazeres da carne marcado pela expressão "carnis valles", que, acabou por formar a palavra "carnaval", sendo que "carnis" em latim significa carne e "valles" significa prazeres.
Em geral, o carnaval tem a duração de três dias, os dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas. Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, estes dias são chamados "gordos", em especial a terça-feira (Terça-feira gorda, também conhecida pelo nome francêsMardi Gras).[5] O termo mardi gras é sinônimo de Carnaval.
Carnaval de Veneza, Itália.
O carnaval da Antiguidade era marcado por grandes festas, onde se comia, bebia e participava de alegres celebrações e busca incessante dos prazeres. O Carnaval prolongava-se por sete dias na ruas, praças e casas da Antiga Roma, de 17 a 23 de dezembro. Todas as actividades e negócios eram suspensos neste período, os escravos ganhavam liberdade temporária para fazer o que em quisessem e as restrições morais eram relaxadas. As pessoas trocavam presentes, um rei era eleito por brincadeira e comandava o cortejo pelas ruas (Saturnalicius princeps) e as tradicionais fitas de lã que amarravam aos pés da estátua do deus Saturno eram retiradas, como se a cidade o convidasse para participar da folia.
No período do Renascimento as festas que aconteciam nos dias de carnaval incorporaram os baile de máscaras, com suas ricas fantasias e os carros alegóricos. Ao caráter de festa popular e desorganizada juntaram-se outros tipos de comemoração e progressivamente a festa foi tomando o formato atual.
Cálculo do dia da Carnaval
Ver artigo principal: Cálculo da Páscoa
Todos os feriados eclesiásticos são calculados em função da data da Páscoa[6], com exceção do Natal. Como o domingo de Páscoa ocorre no primeiro domingo após a primeira lua cheia que se verificar a partir do equinócio da primavera (no hemisfério norte) ou do equinócio do outono (no hemisfério sul), e a sexta-feira da Paixão é a que antecede o Domingo de Páscoa, então a terça-feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa.
Datas do Carnaval
O Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa, em fevereiro, geralmente, ou em março, conforme o Cálculo da Páscoa (veja artigo anterior), e uma curiosidade: o Carnaval ocorre próximo ou no dia de Lua Nova.
Referências
↑ História do Carnaval Brasil Escola
↑ Conheça um pouco da história do Carnaval pelo mundo 45graus. (Fevereiro, 2009).
↑ O maior carnaval do mundo Gunness World Records.
↑ Enéas Freire O Nordeste. (Junho, 2008).
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Recebi este e-mail e passo para a vossa reflexão e indignação em relação o que estão fazendo com a fé do povo.


Para entender o texto, assistam o vídeo, espero que tenham estomago forte:

http://youtu.be/t7edhOTHiO0


O que mais me aborrece quando vejo cenas como esse teatrinho infame capitaneado pelo empresário Edir Macedo NÃO É o absurdo dessa entrevista com o diabo - um demônio fofoqueiro demais, aliás (agora descobri porque tem tanto futrico nos corredores das igrejas: Se no púlpito Deus e o Diabo ficam de mexerico!!??). Mas NÃO É a forma sádico-fetichista com o qual ele "domina" o diabo agarrando a mulher pelos cabelos DELA, submetendo, sem a menor necessidade, o "vaso mais frágil" a mais indignidade ainda do que a indignidade que tal "possessão" já a tem exposta! O que mais me aborrece NÃO É ver a cara bispal arreganhada de satisfação maligna quando sabe que a família do ex-amigo está arrebentada! Também NÃO É a fajuta imitação que o demônio faz do apóstolo, que qualquer humorista faria melhor... NÃO, NÃO, NÃO... Não é isso que me aborrece, pasma, assombra; pois isso não é nada diferente do que eu espero que ele, o bispo, faça! Ele é assim desde o começo e suas "habilidades" cafonas só "melhoram" com o avançar da idade...

QUER SABER O QUE ME ASSOMBRA?

São os bonzinhos, os éticos, os polidos, os "bíblicos", os "teológos", os "evangélicos" das igrejas teologicamente "saúdaveis"... Sim, me assusta não o que a UNIVERSAL e a MUNDIAL fazem, mas sim o que presbiterianos, batistas, metodistas, luteranos e pentecostais antigos NÃO fazem!

São esses que me irritam: não têm pena do povo, ficam rindo de ver a deprimência da cena, chamam VALDOMIRO e MACEDO de "eles", que são diferentes de "nós", enquanto todos estão dentro do mesmo guarda-chuva EVANGÉLICO que é todo furado por baixo por causa das pontas dos guarda-chuvas menores que ficam acolhidos debaixo dessa nominação religiosa que cabe desde macumba à congressos de santa reflexão teológica!

O que me enoja não é a cena armada para assustar o público e impedir o fluxo de membresia que vaza da UNIVERSAL para a MUNDIAL. Não! Me enoja os caras que sabem falar, saberiam ajudar o povo a discernir, têm voz na mídia, têm centenas de vídeos no youtube, têm livros escritos com muita sabedoria, têm blogs, sites, estudos, Palavra, autoridade pública, têm TUDO e não fazem... NADA. Não reagem à opressão religiosa. Não gritam, não dão uma de loucos, não saem de cima do muro, não expressam opinião aberta, são medrosos, melindrosos, bundões mesmo!!!!

Uns dizem: "Eh, mas Deus está salvando lá dentro!" - Meus amigos, Deus está salvando até dentro dos prostíbulos! Outros argumentam:"Deus os julgará!" Como assim? Deus julgará as pessoas, mas nós que somos defensores do Evangelho, para combater o bom combate e GUARDAR a fé. Paulo por muito menos chamou essa raça de "cães, incircunsisos de coração, obreiros fraudulentos, etc" “Hipócritas, raça de víboras” – foi o grito de João Batista!

Vocês perderam a capacidade de se indignar? Se foi o caso, então, lamento: vocês se perderam de Jesus, que entra no Templo e derruba mesas cheias de dinheiro do que fora transformado num "covil de salteadores". Mas, somos acusados de ser “beligerantes” e incitar revoltas num país calmo e pacífico. Ora, pregar o Evangelho, por si só, nos levará aos tribunais e à cruz, porque o mundo de Mamon, deus desse século, odeia o Amor! Não há mesmo paz quando o Evangelho precisa ser espada!

Ouço todo dia gente respeitável dizer: “Ah, mas é muito difícil, sabe! O povo é ignorante!” – Ignorantes são vocês que desprezam o poder de Deus de abrir os olhos do povo sem que eles precisem sofrer tanto, perder tudo, agonizar de dúvida, terminar no ateísmo, morrer confusos! Ignorância não é a falta de entendimento deles, ignorância é achar que inteligência intelectual protege alguém dos encantos dos falsos cristos...!

Aí vocês alegam: "Tem povo de Deus lá dentro! Deixa estar!" – Vocês se condenam exatamente por causa do que defendem, pois, se tem povo de Deus lá dentro porque vocês não o ama a ponto de exclamar com dor e profecia: SAAAAAIAM DE BABILÔNIA, POVO MEEEEUUUU!!!! SAIAM RÁPIDO!!!! VOCÊS VÃO FICAR TODOS LOUCOS!!!! SAIAM DE BABILÔNIA QUE COMERCIALIZA ALMAS HUMANAS!!!! Por quê? O que vocês tem a perder?

Dinheiro também?

Se é isso, então vocês são iguais! e "UNS MAIS IGUAIS QUE OUTROS"... Mas todos iguais! VALDOMIRO E MACEDO pelo menos são HOMENS! Como LOBOS, defendem as ovelhas que vão comer até lhes arrancar as tripas!!! Mas vocês, pastores, são só “pastores” desse grupelho que reúnem nos cultos dos certinhos? Eles são LOBOS, mas vocês são ratos, são covardes, políticos, donos da sinagoga, não se expõe... ah, eu suporto 20 bispos mas não suporto mais um só de vocês, meus pastores!

Não vão à mídia, não escrevem a respeito nas colunas de jornais, fingem que não está nada acontecendo, fingem que não estão vendo o TEMPLO DE SALOMÃO sendo construído em São Paulo pra mostrar quem é que tem o MEMBRO maior às custas da miséria do povo ameaçado pelo terror dos púlpitos onde se compra o favor de Deus... (eh, tô falando da disputa dos meninos que ficam medindo seus pintos!!!!).

Saibam, reverendos: Deus nos julgará TAMBÉM! Especialmente pelo BEM que podíamos fazer e não fazemos!!!! E se você vê a injustiça e não faz nada, você já escolheu o lado do opressor! Depois vocês vão se arrepender quando não tiver mais volta. Na África não tem mais volta. A teologia da prosperidade agora come criancinhas!

Abaixo os hinários da vossa alienação! Teatro por teatro, arrancar os cabelos de uma filhinha de Deus possessa de mentira diante da turba enlouquecida e tarada é, com certeza, um entretenimento muito mais curioso do que vossas reuniões gélidas e inoperantes!

Eu só escrevo porque, ingênuo e esperançoso, ainda acho que dá tempo! Ainda acho que só estamos dormindo o sono das nossas vaidades. Ainda acho que Deus levantará – como já tem feito – profetas cheios de integridade para gritar das montanhas contra os sacerdotes do templo!

Amor, sem raiva e coragem, não é amor, é só frescura romântica!

Mas ELE virá... E “derrubará toda certeza vã, não sobrará... pedra sobre pedra!”

Marcelo Quintela,

Sem nenhuma preocupação que discordem do que eu penso!

Divulgação: www.jorgenilson.com